Atividades de Formação 2017.2 – Fortaleza-CE

Atividades de Formação 2017.2 – Fortaleza-CE

CLIO – Associação de Psicanálise

SEMINÁRIOS DE FORMAÇÃO 2017.2


Seminários em dias de terças e quartas às 20h.

Início das atividades: 12 de Setembro de 2017 às 20h

Local: CLIO – Associação de Psicanálise

Av. Dom Luís, 176, sala 1104 – Aldeota – Fortaleza – Ceará

Investimento:

Estudantes de Graduação – 3x R$140,00

Profissionais – 3x R$200,00

Inscrições

Interessados devem entrar em contato com: Ricardo Pinheiro  (85)98702-6898 ou Camila Guimarães (85)99998-8246


SEMINÁRIOS ÀS TERÇAS-FEIRA

A Clínica do sujeito e o mal de Alzheimer

O Real e o Gozo – paradoxos no ethos psicanalítico

Tópico: Esquecimento no corpo Inconsciente e Lalíngua.

Tratando o inconsciente como efeito do discurso do Outro, o esquecimento produzido por esse efeito nunca é de todo exitoso, pelo fato único de que o que está para ser esquecido constitui o sujeito.  Uma conseqüência é que mesmo diante da falta de Memorização, algo insiste na constatação de que o sujeito está lá no corpo pulsional e no esvaecimento do Laço. Resta o caminho do falasser como dispositivo inconsciente.

Responsável: Henrique F. Carneiro

O sujeito compreendido pela psicanálise é aquele que se encontra no constante impasse da sua condição desejante. Na lição lacaniana, sabe-se que o desejo subjetivo é sempre o desejo do Outro e que o Real “não cessa de não se escrever”. Nas tentativas de responder às demandas do Outro e de apreender o inapreensível é que emergem as construções subjetivas, aí residem as apostas do psicanalista. Entretanto, o que ocorre quando, aparentemente, tal lógica subjetiva está enfraquecida ou quando o sujeito desconstrói para não construir um sustentáculo para seu desejo? O seminário atual pretende discutir tal problemática a partir da perspectiva clínica envolta nos paradoxos do Gozo nos movimentos subjetivos diante do Real.

Responsável: Ricardo Pinheiro

SEMINÁRIOS ÀS QUARTAS-FEIRA

As tragédias Gregas e o entrelaçar com a psicanálise

Pulsão de Morte e Gozo: repercussões na teoria e clínica psicanalítica – parte 2

O objetivo desse seminário e construir um entrelaçar entre o saber da psicanálise da tragédia grega para refletir o que elas têm a falar sobre a paixão/ phatos humano.  As tragédias gregas, assim como a psicanálise, nos falam sobre: o amor, o sexo, e a morte, e são essas as temáticas que serão debatidas nesse seminário. Por isso se busca a tragédia para trabalhar a temática em um retorno ao mítico para debater temas como o parricídio e filicídio na dinâmica da subjetiva do homem.

Responsável: Camila Guimarães

A Pulsão de morte reconduz a teoria psicanalítica aos seus trilhos em função daquilo que se articula à sexualidade, ao amor, a vida e a morte. O impulso à repetição é mais forte que o impulso ao prazer. Constatação freudiana que, através dos desdobramentos narcísicos, abala os fundamentos da Psicanálise. Passados quase 100 anos, o conceito de pulsão de morte, aliado aos desenvolvimentos lacanianos em torno da dimensão do gozo, questiona o saber do analista em função das sintomatologias de nossa época. O presente seminário tem como objetivo percorrer este percurso em Freud e Lacan apontando para o redimensionamento de uma escuta clínica atenta aos efeitos sutis e silêncios do gozo em nosso tempo.

Responsável: Thiago Costa

Atividades de Formação 2016.2 – Garanhuns-Pe

CLIO – Associação de Psicanálise

Atividades de Formação 2016.2


Seminário I: Clínica introdutória sobre a aposta no sujeito no mal de Alzheimer

A partir da incidência de episódios desencadeadores de quadros clínicos de desorganização subjetiva, a palavra e a resposta, tomadas pelo corpo, na desordem do esquecimento, apresentam um sujeito preso nas malhas da repetição. Com isso, a clínica do sujeito com mal de Alzheimer trabalha com uma invasão de formações inconscientes, movidas por uma força psíquica avassaladora, pela ação da Pulsão de Morte, que empurra o sujeito na direção de uma dinâmica psíquica essencialmente regressiva. Desta forma, o desejo, a palavra e o corpo se apresentam fusionados, e quase imperceptíveis à escuta, a não ser que o desejo do analista ocupe, de fato, uma posição que vá além da escuta do simbólico, e possa perscrutar o sujeito pela via do fragmentário texto que insiste em La Langue, lugar onde essa fusão demanda a clínica do real. Um autêntico trabalho a ser feito pelo rastreio da posição do inconsciente, ali onde ele aparece nos efeitos desse corte.

Responsável: Henrique F. Carneiro


Seminário II: Sujeito, Identidade e Identificações: afinal, o que somos? (Parte II)

Propomo-nos a aprofundar as questões do sujeito em psicanálise, a partir da problematização dos conceitos de identidade e de identificação. Afinal de contas, o que somos? Como construímos uma imagem que nos traz a sensação de sermos nós mesmos? E, nesse sentido, em meio à massificação cultural da atualidade, como podemos pensar a própria identidade do sujeito? Os fundamentos psicanalíticos sobre Narcisismo, Sexualidade, Complexo de Édipo e Significante serão revisitados, a fim de articularmos as armadilhas fomentadas pelo discurso capitalista, que influenciam a construção de diagnósticos pueris e apagam a posição subjetiva do sujeito na cena clínica.

Responsável: Thiago Costa Matos


Seminário III: Da práxis do analista à ética trágica da Psicanálise

A partir das discussões em torno da concepção de angústia na clínica psicanalítica, da posição e do ‘desejo maior’ do analista, o objetivo deste seminário parte do questionamento: se o analista atua de acordo com a manutenção da condição desejante do sujeito e, também, com intervenções no campo da retificação subjetiva, como tal prática coloca o sujeito diante dos limites do seu desejo? Os encontros seguirão a articulação lacaniana de Kant com Sade e a tragédia de Antígona no interesse de uma problematização da dimensão ética do desejo em Psicanálise.

Responsável: Ricardo P. Maia Jr.


Início das atividades: 03/09/2016

Investimento

Profissionais – 3x R$180,00

Estudantes de Graduação – 3x R$120,00

Interessados devem entrar em contato com Zil Pontes, pelo fone: (87) 9 9614 4208. Os interessados em ingressar na CLIO poderão  assistir os seminários do sábado (03/09) e no final às 17h farão as entrevistas com Thiago e Ricardo.

Os seminários acontecem nas terças-feiras , quinzenalmente, das 19h às 22h, com o professor Henrique Carneiro e um sábado por mês com os Professores Thiago Costa e Ricardo Maia.

Para maiores informações: cliopsicanalise@gmail.com


CLIO – ASSOCIAÇÃO DE PSICANÁLISE

 

 

Atividades de Formação – 2016.2 – Fortaleza-CE

Atividades de Formação – 2016.2 – Fortaleza-CE

CLIO – Associação de Psicanálise


Atividades de Formação 2016.2
Sessão Fortaleza

Seminário I: Clínica introdutória sobre a aposta no sujeito no mal de Alzheimer

A partir da incidência de episódios desencadeadores de quadros clínicos de desorganização subjetiva, a palavra e a resposta, tomadas pelo corpo, na desordem do esquecimento, apresentam um sujeito preso nas malhas da repetição. Com isso, a clínica do sujeito com mal de Alzheimer trabalha com uma invasão de formações inconscientes, movidas por uma força psíquica avassaladora, pela ação da Pulsão de Morte, que empurra o sujeito na direção de uma dinâmica psíquica essencialmente regressiva. Desta forma, o desejo, a palavra e o corpo se apresentam fusionados, e quase imperceptíveis à escuta, a não ser que o desejo do analista ocupe, de fato, uma posição que vá além da escuta do simbólico, e possa perscrutar o sujeito pela via do fragmentário texto que insiste em La Langue, lugar onde essa fusão demanda a clínica do real. Um autêntico trabalho a ser feito pelo rastreio da posição do inconsciente, ali onde ele aparece nos efeitos desse corte.

Prof Henrique Carneiro
Início: 22/08/2016
Horário: Segundas, às 20:30hs (quinzenal)

Seminário II: Sujeito, Identidade e Identificações: afinal, o que somos? (Parte II)

Propomo-nos a aprofundar as questões do sujeito em psicanálise, a partir da problematização dos conceitos de identidade e de identificação. Afinal de contas, o que somos? Como construímos uma imagem que nos traz a sensação de sermos nós mesmos? E, nesse sentido, em meio à massificação cultural da atualidade, como podemos pensar a própria identidade do sujeito? Os fundamentos psicanalíticos sobre Narcisismo, Sexualidade, Complexo de Édipo e Significante serão revisitados, a fim de articularmos as armadilhas fomentadas pelo discurso capitalista, que influenciam a construção de diagnósticos pueris e apagam a posição subjetiva do sujeito na cena clínica.Thiago Costa Matos


Início: 24/08/2016
Horário: Quartas, às 20:30hs (quinzenal)
Seminário III: Da práxis do analista à ética trágica da Psicanálise (Parte II)
O seminário segue, a partir das articulações da leitura de “Kant com Sade” e da discussão acerca da lei do desejo, nos apontamentos sobre o savoir-faire do analista em junção com a ética do desejo. Aqui, não se trata de um conjunto de valores normativos morais do indivíduo; mas, de maneira contrária, de uma cadeia de princípios e valores subjetivos que norteiam o Sujeito ($). É disso que se trata a ética do desejo. O objetivo, então, é tomar como base a leitura do Seminário 7 de Lacan e abrir campo de reflexão sobre os paradoxos éticos na contemporaneidade. Como fica a posição subjetiva entre imperativos que tentam destituir o Sujeito? E, neste sentido, por que a experiência psicanalítica apresenta-se numa dimensão trágica?
Ricardo Maia
Início: 29/08/2016
Horário: Segundas, às 20:30hs (quinzenal)

Seminário IV: Belas Mascaradas e Belas Mortas entre a reivindicação e o impossível: Uma reflexão sobre a histeria e a neurose obsessiva na mulher.

O presente seminário tem como objetivo apresentar a produção discursiva sobre a feminilidade em Freud e Lacan. Indagando qual o não lugar da mulher e como uma mulher se designa frente ao desejo do outro na histeria e na neurose obsessiva. Para abordar a temática das possibilidades de inscrição da feminilidade é preciso antes adentrar nos estudos acerca da sexualidade feminina em Freud, problematizando a questão “o que quer uma mulher?” Tanto para a neurótica obsessiva, que se insere no campo da masculinidade, como à histérica que constrói uma mascarada do feminino. Tal indagação parte do pressuposto de que o sexo não determina categoricamente a escolha da neurose. Assim onde está o feminino na histérica ou na obsessiva? Logo, precisa-se revisitar a teoria psicanalítica sobre o que é uma mulher e a feminilidade, para posteriormente ir relativizando e tecendo as diferenciações e peculiaridades de se analisar uma mulher uma a uma.

Camila Guimarães

Início: 22/08/2016
Horário: Terças, às 20:00hs (quinzenal)
 Seminários Clínicos: mensalmente, no último sábado do mês, ocorre um Seminário Clínico. O objetivo é a apresentação e discussão de um caso proposto.
Investimento (Entrada + 2 Cheques pré-datados): 3x R$200,00 (Profissionais) / 3x R$140,00 (Estudantes-Graduação)
Observação: Interessados devem se inscrever com: Ricardo Pinheiro contato (85)98702-6898 e Camila Guimarães (85)99998-8246.
CLIO – ASSOCIAÇÃO DE PSICANÁLISE

www.cliopsicanalise.org
Av. Dom Luís, 176 / sala 1104. Esquina com rua Joaquim Nabuco.
E-mail para contato: cliopsicanalise@gmail.com

Seminário de Férias – CLIO – Fortaleza

Seminário de Férias - 2016

 

Seminário de Férias – CLIO – Fortaleza

Aos interessados, neste mês de Julho/2016, ocorrerá na CLIO – Associação de Psicanálise em Fortaleza o Seminário “O nomes (im)possíveis de uma mulher: a produção discursiva acerca da feminilidade”.

Responsável: Camila Guimarães

Início: 05/07/2016
Horário: Terça-feira, às 19h (semanal)
Investimento: R$ 20 (Passantes CLIO) – R$ 50 (Externos)
Local: Av. Dom Luís 176, sala 1104.

Contato: (85) 999988246

Atividades de Formação 2016.1 – Garanhuns-PE

Atividades de Formação 2016.1 – Garanhuns-PE

CLIO – Associação de Psicanálise

Atividades de Formação 2016.1

Seminário I:  Esquecimento e invasão de recordações III –  A clínica do esquecimento: o sujeito e a pulsão de morte no percurso do Mal de Alzheimer

O esquecimento é a premissa fundamental que implica no tropeço do sujeito no encontro com a palavra. Esquecer pode ser um ato do qual pode servir-se o sujeito como forma de trabalho inconsciente contra o desamparo a que a palavra o lança… Ao mesmo tempo, o esquecimento pode estar a serviço da pulsão de morte, que em sua relação impossível com o real, cumpre a missão silenciosa de um movimento que “não cessa de não se inscrever”…. É daí que o inconsciente pode ser acessado, desta operação de repetição que convoca a pulsão de morte como uma aliada e uma alienada constante, presente  na construção do desejo do sujeito de “não-mais-viver”.
Henrique Figueiredo Carneiro
Início: 05/04/2016
Horário: Terças (19:30 às 21:30, quinzenalmente)

Seminário II: Sujeito, Identidade e Identificações: afinal, o que somos?

Propomo-nos a aprofundar as questões do sujeito em psicanálise, a partir da problematização dos conceitos de identidade e de identificação. Afinal de contas, o que somos? Como construímos uma imagem que nos traz a sensação de sermos nós mesmos? E, nesse sentido, em meio à massificação cultural da atualidade, como podemos pensar a própria identidade do sujeito? Os fundamentos psicanalíticos sobre Narcisismo, Sexualidade, Complexo de Édipo e Significante serão revisitados, a fim de articularmos as armadilhas fomentadas pelo discurso capitalista, que influenciam a construção de diagnósticos pueris e apagam a posição subjetiva do sujeito na cena clínica.
Thiago Costa Matos
Início: 02/04/2016
Horário: Sábados (8h às 12h, mensalmente: 02/Abril, 7/Maio, Junho)

Seminário III: O fazer do psicanalista

O atual seminário desenvolve-se sobre as condições da prática do analista e tem como objetivo a compreensão de qual é a posição do psicanalista e como o mesmo a sustenta  na clínica. Neste percurso, aprofunda-se na discussão da técnica psicanalítica, na questão da hipótese diagnóstica e no manejo transferencial. A leitura acerca da associação livre e das estruturas clínicas, a partir do referencial freud-lacaniano, norteará a discussão do seminário acerca do questionamento: O que faz o Psicanalista?
Ricardo Pinheiro Maia Jr.
Início: 02/04/2016
Horário: Sábados (13h às 17h, mensalmente: 02/Abril, 7/Maio, Junho)
Início: 02 de Abril de 2016     Término: Junho de 2016
Investimento (Entrada + 2 Cheques pré-datados): 3x R$180,00 (Profissionais) / 3x R$120,00 (Estudantes-Graduação)
Observações: Aos passantes que já estão trabalhando junto conosco estaremos recebendo suas inscrições no período de 14 a 18/03/2016, das 14h às 17h, na UPE, Sala da Secretaria Acadêmica – Coordenação de Graduação.
Informamos também que a partir do dia 22 de março de 2016 estaremos agendando entrevistas para pessoas que possuem o interesse em fazer parte dos nossos estudos em Psicanálise, para tanto, é só entrar em contato com Zil Pontes, pelo fone: (87) 9 9614 4208 ou através deste e-mail para fazer o agendamento e obter maiores informações.
CLIO – ASSOCIAÇÃO DE PSICANÁLISE
www.cliopsicanalise.org
E-mail para contato: cliopsicanalise@gmail.com
Atividades de Formação 2016.1 – Fortaleza

Atividades de Formação 2016.1 – Fortaleza

CLIO – Associação de Psicanálise
Atividades de Formação 2016.1

Seminário I: Esquecimento e invasão de recordações III – A clínica do esquecimento: o sujeito e a pulsão de morte no percurso do Mal de Alzheimer

O esquecimento é a premissa fundamental que implica no tropeço do sujeito no encontro com a palavra. Esquecer pode ser um ato do qual pode servir-se o sujeito como forma de trabalho inconsciente contra o desamparo a que a palavra o lança… Ao mesmo tempo, o esquecimento pode estar a serviço da pulsão de morte, que em sua relação impossível com o real, cumpre a missão silenciosa de um movimento que “não cessa de não se inscrever”…. É daí que o inconsciente pode ser acessado, desta operação de repetição que convoca a pulsão de morte como uma aliada e uma alienada constante, presente na construção do desejo do sujeito de “não-mais-viver”.

Henrique Figueiredo Carneiro
Início: 21/03/2016
Horário: Segundas, às 20hs (quinzenal)

Seminário II: Sujeito, Identidade e Identificações: afinal, o que somos?

Propomo-nos a aprofundar as questões do sujeito em psicanálise, a partir da problematização dos conceitos de identidade e de identificação. Afinal de contas, o que somos? Como construímos uma imagem que nos traz a sensação de sermos nós mesmos? E, nesse sentido, em meio à massificação cultural da atualidade, como podemos pensar a própria identidade do sujeito? Os fundamentos psicanalíticos sobre Narcisismo, Sexualidade, Complexo de Édipo e Significante serão revisitados, a fim de articularmos as armadilhas fomentadas pelo discurso capitalista, que influenciam a construção de diagnósticos pueris e apagam a posição subjetiva do sujeito na cena clínica.

Thiago Costa Matos
Início: 23/03/2016
Horário: Quartas, às 20:30hs (quinzenal)

Seminário III: Da práxis do analista à ética trágica da Psicanálise

A partir das discussões avançadas nos seminários anteriores sobre a concepção de angústia na clínica psicanalítica, da posição e do ‘desejo maior’ do analista, o objetivo deste seminário parte do questionamento: se o analista atua de acordo com a manutenção da condição desejante do sujeito e, também, com intervenções no campo da retificação subjetiva, como tal prática coloca o sujeito diante dos limites do seu desejo? Os encontros seguirão a articulação lacaniana de Kant com Sade e a tragédia de Antígona no interesse de uma problematização da dimensão ética do desejo em Psicanálise.

Ricardo Pinheiro Maia Jr.
Início: 28/03/2016
Horário: Segundas, às 20hs (quinzenal)

Grupo de Estudos I: A PRODUÇÃO DISCURSIVA ACERCA DA FEMINILIDADE Do único sexo à diferença sexual: uma leitura histórico-freudiana.

O grupo tem como objetivo traçar uma reflexão histórica sobre a diferença sexual e o lugar da mulher, além de apresentar uma síntese sobre o conceito de feminilidade em Freud e Lacan. O grupo pretende estabelecer uma leitura histórica sobre essa distinção entre os sexos e depois adentrar nos estudos psicanalíticos sobre a diferença sexual em Freud e Lacan. Assim, contextualiza tanto a inscrição do masculino e feminino na subjetividade e na sociedade ocidental, como no campo das neuroses.

Camila Guimarães
Início: 21/03/2016
Horário: Segundas, às 19hs (quinzenal)

Grupo de Estudos II: O analista como secretário do alienado.

A expressão “secretário do alienado” é construída por Lacan para falar do lugar do analista na escuta da psicose. É importante saber quem é este alienado a que Lacan se refere, resgatando as referências freudianas e sua possibilidade de tratamento. O Livro Seminário 3 “As psicoses”, de Jacques Lacan, será nossa leitura fundamental e o questionamento acerca do manejo clínico e do lugar do analista na escuta da psicose norteará as discussões do grupo.

Carla Renata B. de Souza Martinez
Início: 30/03/2016
Horário: Quartas, às 19:30hs (quinzenal)

Seminários Clínicos

Apresentação e discussão de casos clínicos

Participação de todos os membros do Corpo de transmissão da CLIO.

Horário: Sábados, às 16hs (datas: 09 de abril / 07 de maio / 18 de junho)

Grupo de Estudos III: Iniciação à Clínica Psicanalítica Infantil

Responsável: Thiago Costa Matos

Em andamento – Local: Universidade de Fortaleza – Sala M-48

Horário: Terças às 18:00 – 19:00 (Quinzenal)


Início: 21 de Março de 2016 Término: Junho de 2016
Investimento (Entrada + 2 Cheques pré-datados): 3x R$200,00 (Profissionais) / 3x R$140,00 (Estudantes-Graduação)
Observação: Interessados devem se inscrever com: Ricardo Pinheiro contato (85)98702-6898, Carla Renata Souza contato (85)99121-3924 e Thiago Costa (85) 99152-5535.

CLIO – ASSOCIAÇÃO DE PSICANÁLISE
www.cliopsicanalise.org
Av. Dom Luís, 176 / sala 1104. Esquina com rua Joaquim Nabuco.

E-mail para contato: cliopsicanalise@gmail.com

Atividades de Formação 2015.2 – Fortaleza-CE

Atividades de Formação 2015.2 – Fortaleza-CE

Atividades de Formação 2015.2

Fortaleza – Ceará

Seminário I: Esquecimento e invasão de recordações II – clínica do corpo e do esquecimento

Na perspectiva da aposta no sujeito, não podemos esquecer que a relação entre natureza-cultura, real-simbólico, passado- presente, se perdem da amarração cognitiva que tenta imprimir ao inconsciente uma função de nulidade ao sujeito, sempre que esse perde sua função imaginário de produção no laço social. O seminário pretende fazer um resgate da função do esquecimento a partir da amnésia infantil, sua relação com o percurso do sujeito e a sustentação do desejo, até a predominância da pulsão de morte que instaura um retorno à melancolização como um estado mais próximo a instância do real. A pergunta que norteia o seminário é́: podemos trabalhar com pacientes com extrema dificuldade de reviver cenas recentes como um esquecimento ou como uma demasiada incidência de recordações que o promove a um estado de melancolização?

Responsável: Henrique Figueiredo Carneiro Início: 14/09/2015
Horário: Quinzenalmente às Segundas às 20h

Seminário II: Reverberações do luto II – o Supereu e o objeto de amor como pulsão de morte

O objeto em psicanálise se consolida, à medida que o próprio psiquismo se constitui. Extrai-se daí a importância que Freud dá ao termo objeto empregado desde a descoberta de como a sexualidade infantil – enquanto prazer sentido no corpo e encontro com o Outro – é preponderante para a constituição do Sujeito. A criação dos objetos de amor se desenvolve no início da vida, a partir dos traumas infantis, o que abre espaços para a angústia se fazer presente no momento de crenças ou ameça de perda desses objetos preciosos (narcísicos) – matéria prima que compõe o Eu. Através de fragmentos de casos clínicos iremos demarcar a importância destes objetos na criação de saídas fantasmáticas, onde uma boneca, um desenho animado ou mesmo as brincadeiras infantis se mostraram essenciais na ressignificação do estado melancólico apresentado por analisantes no decorrer do tratamento.

Responsável: Thiago Costa Matos
Início: 02/09/2015
Horário: Quinzenalmente às Quartas às 20h

Seminário III: Do “desejo maior” do analista à ética psicanalítica

No percurso trilhado nos seminário acerca da noção de angústia na teoria freudo-lacaniana, nos deparamos com as articulações tanto com elementos da metapsicologia freudiana sobre a constituição subjetiva como também entramos no campo da posição do analista diante da angústia. Lacan nos aponta como o analista sustenta sua posição enquanto “desejante puro” e a partir de um “desejo maior”. A proposta do seminário desse semestre é seguirmos os apontamentos lacanianos, nos aprofundando no entendimento daquilo que sustenta a clínica psicanalítica e sua ética.

Responsável: Ricardo Pinheiro
Início: 21/09/2015
Horário: Quinzenalmente às Segundas às 20h

Grupo de Estudos I: A Clínica Psicanalítica da Adolescência – Parte II

Responsável: Lorenna Pinheiro
Início: 16/09/2015
Horário: Quinzenalmente às Quartas às 19h

Grupo de Estudos II: Clínica Psicanalítica – a travessia do abismo

Responsável: Camila Guimarães
Início: 14/09/2015
Horário: Quinzenalmente às Segundas às 19h

Grupo de Estudos III: Iniciação à Clínica Psicanalítica Infantil

Responsável: Thiago Costa Matos
Em andamento – Local: Universidade de Fortaleza – Sala M-48 Horário: Quinzenalmente às Terças às 18:00 – 19:00

Início:  02 de Setembro de 2015 Término: Dezembro de 2015

Investimento: 3 x R$200,00 (Profissionais) 3 x R$140,00 (Estudantes de Graduação)
Os interessados devem se inscrever com: Ricardo Pinheiro contato (85) 98702-6898, e Thiago Costa contato (85) 99152-5535.

Início das Atividades de Formação em Garanhuns-PE

Início dos Seminários de Formação da CLIO na cidade de Garanhuns-Pernambuco, com Henrique Figueiredo Carneiro.

Dia 25/08/2015

 

Atividades de Formação 2015.2 – Seção Garanhuns

Atividades de Formação 2015.2 – Seção Garanhuns

Atividades de Formação 2015.2

Seção Garanhuns

 

Seminário I: Esquecimento e invasão de recordações I – melancolização e pulsão de morte

Na perspectiva da aposta no sujeito, não podemos esquecer que a relação entre natureza-cultura, real-simbólico, passado-presente, se perdem da amarração cognitiva que tenta imprimir ao inconsciente uma função de nulidade ao sujeito, sempre que esse perde sua função imaginária de produção no laço social. O seminário pretende fazer um resgate da função do esquecimento a partir da amnésia infantil, sua relação com o percurso do sujeito e a sustentação do desejo, até a predominância da pulsão de morte que instaura um retorno à melancolização como um estado mais próximo a instância do real. A pergunta que norteia o seminário é: podemos trabalhar com pacientes com extrema dificuldade de reviver cenas recentes como um esquecimento ou como uma demasiada incidência de recordações que o promove a um estado de  melancolização?

Responsável: Henrique Figueiredo Carneiro

Horário: Quinzenalmente às Terças 19h

Seminário II: A Formação do Analista… sem fim


O que quer um analista? Talvez essa seja a principal pergunta para a formação em psicanálise. Desde as recomendações freudianas até os desenvolvimentos lacanianos sobre o que torna um sujeito um analista, espaços se abrem para a construção de um trajeto solitário e singular. Segui-lo não traz a garantia de ser um analista, mas sim, encontrar o que, em cada um, insiste e conduz para não retroceder ao desejo… de ser analista. Por isso, o tridente: análise pessoal, ensino e supervisão se tornam essenciais. Este seminário pretende estabelecer as bases e fundamentos da formação do analista a partir do seu desejo que aponta, sempre, para o saber inconsciente.

Responsável: Thiago Costa Matos

Horário: Mensalmente aos Sábados

Seminário III: Conceitos fundamentais da Psicanálise

O objetivo deste seminário é trabalhar questões fundamentais da Psicanálise a partir da constituição subjetiva. Serão abordados, através das concepções de trauma, desamparo e recalque, os conceitos de alienação, separação, inconsciente, pulsão e transferência. Pretende-se, aqui, seguir os avanços teóricos a partir de uma leitura com orientação freud-lacaniana e, assim, possibilitar uma apropriação do arcabouço metapsicológico.Responsável:  Ricardo Pinheiro Maia JúniorHorário: Mensalmente aos Sábados

Início: Agosto/2015 Término: Novembro/2015

Investimento: 1 + 2 de R$ 180,00 (Profissionais), 1 + 2 de R$ 120,00 (Estudantes de Graduação)

Os interessados devem entrar em contato por email: cliopsicanalise@gmail.com para marcarem entrevistas e realizarem suas inscrições. Entrar em contato com Zil Albuquerque – (87) 9614-4208

Local: Auditório do Hotel Rodrigues

Avenida Rui Barbosa, 688 | Heliópolis, Garanhuns – PE

Atividades de Formação 2015.1

Atividades de Formação 2015.1

Atividades de Formação 2015.1

Seção Fortaleza

Seminário I: Esquecimento e invasão de recordações I – melancolização e pulsão de morte

Na perspectiva da aposta no sujeito, não podemos esquecer que a relação entre natureza-cultura, real-simbólico, passado-presente, se perdem da amarração cognitiva que tenta imprimir ao inconsciente uma função de nulidade ao sujeito, sempre que esse perde sua função imaginária de produção no laço social. O seminário pretende fazer um resgate da função do esquecimento a partir da amnésia infantil, sua relação com o percurso do sujeito e a sustentação do desejo, até a predominância da pulsão de morte que instaura um retorno à melancolização como um estado mais próximo a instância do real. A pergunta que norteia o seminário é: podemos trabalhar com pacientes com extrema dificuldade de reviver cenas recentes como um esquecimento ou como uma demasiada incidência de recordações que o promove a um estado de  melancolização?

Responsável: Henrique Figueiredo Carneiro

Início: 09/04/2015

Horário: Quinzenalmente Quintas 20h

Seminário II: Reverberações do luto – o Supereu e o objeto de amor como pulsão de morte

O objeto em psicanálise se consolida, à medida que o próprio psiquismo se constitui. Extrai-se daí a importância que Freud dá ao termo objeto empregado desde a descoberta de como a sexualidade infantil – enquanto prazer sentido no corpo e encontro com o Outro – é preponderante para a constituição do Sujeito. A criação dos objetos de amor se desenvolve no início da vida, a partir dos traumas infantis, o que abre espaços para a angústia se fazer presente no momento de crenças ou ameaça de perda desses objetos preciosos (narcísicos) – matéria prima que compõe o Eu. Através de fragmentos de casos clínicos iremos demarcar a importância destes objetos na criação de saídas fantasmáticas, onde uma boneca, um desenho animado ou mesmo as brincadeiras infantis se mostraram essenciais na ressignificação do estado melancólico apresentado por analisantes no decorrer do tratamento.

Responsável: Thiago Costa Matos

Início: 07/04/2015

Horário: Quinzenalmente às Terças às 20h

Seminário III: A posição do analista diante da Angústia

Por muitas vezes, o analista é procurado por sujeitos desamparados, situação que desvela a própria angústia subjetiva. Tomando a Angústia como remetente ao trauma original, à perda constituinte, lida-se aí com um sujeito em curto-circuito no seu movimento desejante. O que cabe ao analista, àquele outro no processo transferencial, diante dessa situação? Com as leituras dos seminários passados acerca da Angústia na obra de Freud e, agora, nos avanços lacanianos, o objetivo é discutir e provocar uma reflexão sobre como é o manejo transferencial na clínica diante dessa posição subjetiva de desamparo e de angústia.

Responsável:  Ricardo Pinheiro Maia Júnior

Início: 14/04/2015

Horário: Quinzenalmente às Terças às 20h

Grupo de Estudos I: A Clínica Psicanalítica da Adolescência

Numa sociedade marcada pelos efeitos do discurso capitalista, somos conduzidos a pensar o sintoma social contemporâneo como vinculado ao esfacelamento das referências simbólicas compartilhadas no âmbito da cultura. Ao supormos que a entrada na adolescência implica em um trabalho intensivo de elaboração do laço social, podemos inferir que o adolescente é especialmente afetado pelos impasses relativos a essa transmissão. A psicanálise, então, vem sendo interrogada e levada a atuar frente às especificidades desse público e aos desafios impostos pelas mutações do laço social contemporâneo. Neste grupo de estudo, objetivamos discutir o lugar do analista na condução do tratamento com adolescentes, a partir de um retorno a Freud e Lacan, mas tomando como referência, também, as contribuições de autores contemporâneos.

Responsável:  Lorenna Pinheiro

Início: 09/04/2015

Horário: Quinzenalmente às Quintas às 18:30 – 19:30

Grupo de Estudos II: Introdução à Clínica Psicanalítica

Os objetivos desse grupo de leitura são situar o lugar do sujeito do inconsciente e o lugar do objeto como causa do desejo na psicanálise, delimitar o posicionamento político e ético da psicanálise como inseparável da técnica psicanalítica, além de introduzir os fundamentos da técnica psicanalítica em sua articulação com a direção do tratamento e por fim discutir a questão do manejo da transferência no tratamento articulada ao desejo do analista. Desse modo, um grupo de estudo sobre a clínica psicanalítica abre um espaço de debate sobre as contribuições da psicanálise na sociedade contemporânea, uma vez que possibilita o reposicionamento do sujeito diante de si mesmo, de modo que esse sinta-se implicado em seus sintomas, saindo de uma lógica puramente capitalista, que anula o sujeito através de imperativos: seja feliz, compre, coma, beba, transe, enfim: goze ilimitadamente. O sujeito para a psicanálise é o sujeito da linguagem. É esse sujeito bordeado pelo real, inscrito no simbólico através dos processos de alienação e separação, cujo objeto a, causa do desejo, é perdido. É esse sujeito desejante que iremos debater e trabalhar ao longo do semestre através da via da clínica.

Responsável: Camila Guimarães

Início: 07/04/2015

Horário: Quinzenalmente às Terças às 18:30 – 19:30

Grupo de Estudos III: Iniciação à Clínica Psicanalítica Infantil

Os estudos freudianos abriram as portas para a relação da vida infantil com a constituição psíquica na história da humanidade. O objetivo deste grupo de estudo é resgatar e esclarecer esta relação, a partir do viés da sexualidade – enquanto prazer sentido no corpo e encontro com o Outro –, bem como analisar os sintomas infantis e traçar os princípios que fundamentam o exercício da clínica com crianças em psicanálise.

Responsável: Thiago Costa Matos

Em andamento – Local: Universidade de Fortaleza – Sala M-48

Horário: Quinzenalmente às Terças às 18:00 – 19:00

 

 

Início: 07 de Abril de 2015 Término: Julho de 2015
Investimento: 3 x R$200,00 (Profissionais) 3 x R$140,00 (Estudantes de Graduação)
Os interessados devem se inscrever e marcar entrevistas com: Ricardo Pinheiro contato (85) 8702-6898, e Thiago Costa contato (85) 9152-5535.

CLIO – ASSOCIAÇÃO DE PSICANÁLISE
Av. Dom Luís, 176 – sala 1104. Esquina com rua Joaquim Nabuco
www.cliopsicanalise.org – email: cliopsicanalise@gmail.com